Quem somos

Sobre a DeepStrike: testes de intrusão feitos por pessoas

Somos uma equipa de segurança ofensiva que faz uma coisa só e a faz bem: testes de intrusão manuais, com relatórios que a sua equipa consegue usar e com o risco comercial do nosso lado.

Escritórios nos Estados Unidos e nos Emirados Árabes Unidos.

A nossa posição

O que nos distingue e o que não fazemos

A DeepStrike nasceu de uma frustração comum a quem já comprou testes de intrusão: relatórios cheios de saída de ferramentas, achados sem impacto demonstrado e faturas de reteste por confirmar aquilo que já devia ter sido confirmado. Construímos a empresa a corrigir precisamente esses três pontos.

Trabalhamos manualmente. As ferramentas servem para mapear a superfície de ataque e poupar tempo em tarefas repetitivas, mas a exploração, o encadeamento de falhas e a avaliação do impacto real são trabalho humano, feito por testers certificados OSCP e OSWE.

Não somos generalistas. Não vendemos monitorização, não fazemos resposta a incidentes e não revendemos produtos de terceiros. Fazemos segurança ofensiva: testes de intrusão a aplicações, APIs, ambientes cloud e infraestrutura, e exercícios de red team para quem já tem capacidade de deteção para medir.

Os escritórios da DeepStrike são nos Estados Unidos e nos Emirados Árabes Unidos. Não temos instalações em Portugal nem no Brasil e preferimos dizê-lo à partida. O que temos é uma equipa que trabalha em articulação com estes fusos horários e relatórios preparados para o enquadramento regulamentar de cada mercado que serve.

Como trabalhamos

Quatro compromissos que assumimos por escrito

Testes manuais por testers certificados

Cada exercício é conduzido por profissionais com certificação OSCP e OSWE. Sabe quem está atribuído ao projeto e fala diretamente com essa pessoa.

Reteste gratuito e ilimitado

Voltamos a testar as vezes que forem precisas até podermos confirmar por escrito que o achado está encerrado. Nunca cobramos por isso.

Sem pagamento adiantado

A totalidade do valor é faturada depois de o trabalho estar concluído e de o cliente estar satisfeito com os entregáveis.

No Findings, No Pay

Se não encontrarmos achados relevantes no âmbito acordado, não há fatura. O critério fica escrito na proposta antes de começarmos.

Enquadramento

Como servimos organizações portuguesas

Servir um mercado não é traduzir um relatório. É conhecer as exigências a que o cliente tem de responder depois de o receber.

RGPD e CNPD

Os relatórios são estruturados para servir de evidência do artigo 32.º, com âmbito, metodologia, datas e resultados registados de forma a poderem ser apresentados sem trabalho adicional da vossa parte.

NIS2 e CNCS

Acompanhamos a transposição portuguesa e o referencial do Centro Nacional de Cibersegurança, de modo a que os achados possam ser ligados às medidas do Quadro Nacional de Referência.

DORA e Banco de Portugal

Para entidades financeiras supervisionadas, estruturamos os testes com a documentação e a periodicidade que o regime de resiliência operacional digital pressupõe.

Normas internacionais

Os mesmos relatórios servem SOC 2, ISO 27001, PCI DSS e HIPAA, o que evita repetir exercícios só porque o destinatário do documento muda.

Perguntas frequentes

Sobre a empresa

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Conheça a equipa antes de contratar

A consulta inicial é técnica e gratuita. Serve para perceber se somos a escolha certa para o seu caso.

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