Testes de intrusão como serviço

Testes de intrusão que reproduzem ataques reais

Os scanners encontram aquilo que já está catalogado. Nós encontramos as falhas de lógica de negócio, as escaladas de privilégios e as cadeias de exploração que um atacante usaria de facto contra a sua organização.

No Findings, No Pay. Sem qualquer pagamento adiantado.

A DeepStrike em números

5.0

Classificação média em 118 avaliações

OSCP / OSWE

Certificações de quem testa os seus sistemas

2–4 semanas

Duração típica de um teste a aplicação web

Ilimitado

Retestes gratuitos até o achado ficar fechado

Porquê a DeepStrike

O que recebe, além de um PDF

Um teste de intrusão só vale o que vale a decisão que permite tomar a seguir. É a pensar nessa decisão que trabalhamos.

Testes manuais, não saídas de scanner

Cada avaliação é conduzida à mão por testers certificados OSCP e OSWE. As ferramentas servem para mapear a superfície de ataque; a exploração é trabalho humano.

Relatórios que o auditor aceita

Cada achado leva passos de reprodução, evidência, classificação CVSS e orientação de correção. O mesmo documento serve SOC 2, ISO 27001, PCI DSS, RGPD e HIPAA.

Reteste gratuito e sem limite

Depois de a sua equipa corrigir, voltamos a testar as vezes que forem precisas até confirmarmos o encerramento. Não cobramos nada por isso, nem à segunda nem à quinta.

Paga no fim, não no início

Não pedimos adiantamento. A totalidade do valor só é faturada depois de o trabalho estar concluído e de o cliente estar satisfeito com o que recebeu.

Âmbito fechado antes do orçamento

A consulta inicial é gratuita. Alinhamos alvos, perfis de utilizador, janelas de teste e profundidade antes de haver um número em cima da mesa.

Prioridade ao impacto, não à contagem

Trinta achados de risco baixo não protegem ninguém. Ordenamos o relatório por aquilo que permite mesmo chegar aos seus dados e aos dados dos seus clientes.

Metodologia

Como decorre um teste de intrusão

Seguimos OWASP, PTES e NIST, mas o que interessa é a sequência prática: sabe sempre em que fase estamos e o que se segue.

  1. 01

    Consulta inicial

    Percebemos o que existe, o que preocupa a sua equipa e que janelas de teste são viáveis. Sem custo e sem compromisso de contratação.

  2. 02

    Definição de âmbito

    Fixamos alvos, credenciais, perfis de utilizador e profundidade. Recebe uma proposta fechada antes de qualquer trabalho começar.

  3. 03

    Reconhecimento

    Mapeamos superfície exposta, tecnologias, pontos de entrada e fluxos de autenticação, para saber onde vale a pena investir tempo manual.

  4. 04

    Exploração manual

    Testamos lógica de negócio, controlo de acessos, injeções e encadeamentos entre falhas. Os achados críticos são comunicados no próprio dia.

  5. 05

    Relatório

    Entregamos resumo executivo, detalhe técnico com evidência, CVSS, passos de reprodução e a correção recomendada para cada achado.

  6. 06

    Reteste e encerramento

    A sua equipa corrige, nós voltamos a testar e emitimos a confirmação escrita. Sem custo adicional e sem limite de repetições.

Enquadramento regulamentar

Provas que resistem a uma auditoria em Portugal

Escrevemos o relatório a pensar em quem o vai ler a seguir: o auditor, o regulador e o cliente que exige o documento antes de assinar o contrato.

RGPD

O artigo 32.º exige testar e avaliar regularmente a eficácia das medidas técnicas. O relatório documenta âmbito, metodologia, achados e reteste — é exatamente essa a prova que a CNPD e os seus clientes esperam encontrar no dossiê.

NIS2

Com a transposição para o direito português, entidades essenciais e importantes têm de demonstrar gestão de risco e testes de segurança periódicos. Estruturamos a entrega para poder ser anexada diretamente ao processo de conformidade.

CNCS e Quadro Nacional de Referência para a Cibersegurança

Ligamos cada achado à medida do Quadro Nacional de Referência que ficou por cumprir, para que a relação entre o teste e o controlo em falha seja imediata para o CNCS ou para o auditor externo.

DORA

Entidades financeiras supervisionadas pelo Banco de Portugal têm de manter um programa de testes de resiliência operacional digital. Os testes a aplicações, APIs e infraestrutura alimentam diretamente esse programa.

Perguntas frequentes

O que perguntam antes de avançar

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Vamos atacar-vos antes que o façam a sério

Peça um orçamento ou uma proposta técnica. A primeira conversa é gratuita e serve para perceber o que faz sentido testar.

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